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Resenha: A Cabana

Livro: A Cabana
Autor: William P. Young

Sinopse: Missy a filha mais nova de Mack desaparece em um fim de semana em família, todas as pistas levam a uma cabana onde as evidências apontam que a menina sofreu abuso e foi cruelmente assassinada.
Pelos anos que se seguem Mack convive com a "Grande Tristeza" até que ele recebe uma carta supostamente de Deus o convidando para passar um final de semana ao seu lado justamente na cabana.

Resenha: " Se você odiar está história, desculpe, ela não foi feita para você.
É essa frase que compõem o prefácio do livro e realmente essa frase faz muito sentido. Se você não acredita em Deus ou acredita fervorosamente no que te ensinaram e não tem a intenção de mudar seu conceito, esse livro literalmente não foi feito para você.

O livro traz a história de Mackenzie Allen Philip, um homem até ceto ponto religioso, não tanto quanto sua esposa Nan que tem uma relação estreita com Deus, podendo chamá-lo de "Papai". Em um feriado Mack, decide ir acampar com seus filhos mais novos: Kate, Missy e Josh. Tudo ia muito bem até que Missy desaparece e após longas horas de procura, as autoridades encontram somente o vestido de Missy ensanguentado dentro de uma cabana perdida no meio da floresta.
Desde o ocorrido Mack convive com a "Grande Tristeza" até que em um dia recebe um bilhete onde Deus ou Papai como está assinado no bilhete o convida para passar um final de semana ao seu lado.

É aí que você vai descobrir se esse livro realmente é para você ou não, nele são discutidas questões que a maioria das pessoas já enfrentaram na vida, se Deus é tão bom porque permite que coisas ruins aconteçam? Essa é umas das questões que Mack vai discutir com Deus e a Santíssima Trindade.
Como foi dito no começo do post, se você é cético pare sua leitura aqui, pois durante todo o período em que Mack estiver reunido com Deus, Jesus e o Espírito Santo existe uma infinidade de diálogos em que tentam explicar os mistérios da vida e da divindade que nos criou.

Tive que ler o livro duas vezes, na primeira não sabia realmente do que se tratava a história e nas primeiras páginas até gostei, pois achei que teria um pouco de ação (livros muito parados não são boas companhias para mim), mas conforme fui aprofundando a leitura descobri que Deus na realidade era um mulher, negra e que adorava cozinhar, isso já acabou com toda a imagem de Deus que tinha na minha cabeça (sempre achei que Deus seria homem), o Espírito Santo era uma mulher asiática, toda delicadinha, que andava com o vento (muito chata para mim), o único que realmente era o que sempre imaginei seria Jesus, carpinteiro, exatamente como o livro descreveu.
Mas não foi só isso que bloqueou meus pensamentos para a leitura, todo o livro é muito lento, tem toda uma enrolação em volta de tudo que vai acontecer.
Fiz a leitura pela segunda vez, demorei menos do que na primeira mas ainda com as mesmas questões em pensamento, mas percebi que Deus se apresentou como mulher para que os esteriótipos não fossem os mesmos que todos pensam, não era esse o objetivo de tudo aquilo, o objetivo era que Mack fizesse as pazes com ele mesmo e com Deus.
Nessa concepção percebi algumas coisas que não tinha visto na primeira vez, mas ainda assim não é meu livro preferido e acho que a frase do prefácio se encaixa perfeitamente a mim ou em termos, acho que este livro não é para mim.

Beijos

Mayara

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